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Você tem consciência de que é importante para a humanidade?

março 13, 2012

O garoto Mitchill (9 anos) e a garota Gabriela (14 anos) não estão mais entre nós. Um, teve traumatismo craniano ao bater numa pilastra ao ser puxado de jetski pelo pai. A outra, também teve traumatismo craniano após cair de um brinquedo em um parque de diversões. Como podemos explicar acidentes deste tipo, facilmente evitados com o mínimo de bom senso e proatividade?

O Sr. Antônio resolveu levar seu filho Mitchill e seu sobrinho para passear na represa em um domingo ensolarado. Ele puxaria os meninos em um bote (ou boia) por meio de um jetski e, ao propor o programa, todos familiares devem ter celebrado a boa ideia. Afinal, para que serve um jetski se não divertir-se em alta velocidade sobre as águas?

Já a menina Gabriela foi ao maior parque de diversões do Brasil com sua família em uma sexta-feira ensolarada enquanto aproveitava o final de suas férias escolares. Chegaram cedo, antes mesmo de abrir o parque, para aproveitar o dia ao máximo e chegar antes de todos para evitar as filas de entrada nos brinquedos.

Mesmo chegando com antecedência, Gabriela e família aguardaram na fila do “elevador que cai”, a atração mais almejada pelos jovens corajosos. Chegando sua vez, Gabriela e sua turma seguiram as orientações dos funcionários e cada um se acomodou numa das cadeiras e travaram os cintos de segurança. Após aproximados 30 segundos de subida, até 69,5 metros de altura e alguns instantes de quietude, o elevador cai subitamente e em 3 segundos retorna ao “térreo”. Todos chegam excitados, aliviados, transtornados pela adrenalina; menos Gabriela, que caiu do brinquedo pois o cinto de segurança de sua cadeira não estava funcionando.

Voltando à represa, o Sr. Antônio prepara o passeio, abastece o jetski, amarra a condução dos garotos ao mesmo, obriga os meninos a vestirem o colete salva-vidas e parte para o programa dominical sob gritos e abanos de tchau dos familiares que ficam em terra. Não satisfeitos, Mitchill e seu primo induzem o Sr. Antônio a acelerar mais e mais, aumentando a emoção. Após atender aos pedidos, ele fica satisfeito ao observar o sorriso e as gargalhadas das crianças.

Sobre a represa e diante do trajeto do jetski havia uma ponte, pela qual iriam passar por baixo naquela velocidade para o delírio dos dois guris. Sr. Antônio obviamente desviou a condução das pilastras de sustentação da ponte com antecedência, porém, logo antes de atravessá-la, outra embarcação que vinha em sentido contrário remexeu a água e estas ondas alteraram a rota da boia dos meninos, direcionando-a diretamente às colunas de concreto. Infelizmente Mitchell perdeu a vida após o choque de sua cabeça na pilastra, seu primo saiu ileso felizmente.

No caso de Gabriela, quem foi o culpado? O funcionário despreparado, seu supervisor ou o proprietário do parque? E no caso de Mitchill? Seu pai desavisado, sua família irresponsável ou o clube náutico em que estavam?

Nos dois casos há negligência. O Sr. Antônio pilotava o jetski sem habilitação para tal. Já no parque, todos responsáveis pelo brinquedo sabiam que a cadeira estava quebrada, pois estava inativada há dez anos.

Onipotência? Também houve. “É só uma voltinha com os meninos… a polícia não vai me pegar sem habilitação… eu sei piotar jetski faz tempo…”, ou “todo mundo sabe que essa cadeira está desativada… é só avisar aos foliões… está assim há 10 anos e nunca aconteceu nada”.

Bom senso e proatividade: foi o que não houve. Jetski é feito para puxar outras embarcações? Deve-se praticar qualquer atividade em ambientes públicos sem autorização ou habilitação? Houve a consciência de que todos estão envolvidos com a vida de outros? E que esses outros podem perdê-la justamente por que “não estavam sob sua responsabilidade”?

E como proatividade, percebe-se que é difícil barrar atitudes alheias mesmo percebendo algum risco. Será que ninguém da família de Mitchill raciocinou que havia algum perigo na diversão? No parque, nenhum funcionário tentou tirar Gabriela da cadeira quebrada?

Concluindo, deve-se viver a vida sabendo que qualquer atitude tem sua consequência, inclusive, e não menos importante, as atitudes que não são tomadas.Toda (ou quase toda) a irresponsabilidade vista mundo afora acontece devido à ignorância, ao desconhecimento das pessoas de que elas mesmas são importantes para outros indivíduos, mesmo estes não sabendo de tal fato. Todo acidente é literalmente um acidente? Não havia maneiras de evitá-lo? Muito provavelmente sim, só que ninguém havia se dado conta do que poderia causar ao Mitchill e à Gabriela.

Marcelo A. Whately

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95 Comentários leave one →
  1. Elder de Santis permalink
    março 14, 2012 12:03

    Marcelo,
    bela reflexão sobre a falta onipotência e negligência. Vamos esperar que ambas as tragédias não caiam no esquecimento, como sendo apenas mais uma. Afinal, poderiam ser evitadas!

  2. Breno Ramalho e Deivid Magro permalink
    março 19, 2012 16:13

    Com relação ao parque de diversão, a família de Gabriela (14anos) foi negligente ao pensar que nada aconteceria em um parque de diversão apenas porque é movido por máquina, mesmo isso não significando segurança alguma. E o parque foi onipotente, achando que seria capaz de dirigir todas as coisas existentes.
    Com relação ao caso do Jetski o pai o Sr. Antônio foi onipotente pensando que nada aconteceria apenas porque sua pessoa era quem dirigia o barco, não pensando em consequência alguma, e ninguém da família com uma atitude proativa, o que poderia evitar o acidente.
    Nos dois casos, houveram o livre arbítrio e a falta de responsabilidade e limites, tanto como o lado dos pais quanto os dos jovens em questão, pois não somos capazes de controlar tudo e todos, por isso devemos ter precauções, ainda mais quando se tratam dos filhos.

  3. brunaegabriela permalink
    março 19, 2012 16:14

    Marcelo, eu achei muito interessante sua reflexão sobre as tragédias. Podemos concluir que nos dois acidentes poderiam ter sido evitados, se houvesse mais proatividade e limites. O maior erro de ambas as partes foi a negligencia tanto do parque quanto do pai. No caso do parque os funcionários poderiam ter avisado a garota que aquela cadeira estava com problemas técnicos. Além do mais alguns funcionários haviam avisado o dono que a cadeira estava com problema. Porem o dono disse que deixa-se o brinquedo funcionando e que eles viriam a tarde . No caso do pai ele assumiu o risco de seu filho ser prejudicado, ele não pensou na possibilidade de que acontece-se um acidente com o bote. E além do mais o pai não tinha carta para pilotar. Nos dois casos por causa da falta de atenção houve danos irreversíveis. Em ambas as partes houve onipotência, pois no caso do parque pela cadeira estar quebrada há anos não pensaram que poderia haver um acidente. Tanto é que nem preveniram. No caso do pai ele queria tanto ver seu filho feliz que não pensou nas consequências diante de um pedido de seu filho.

  4. Fábio Cella e Guilherme Franchi permalink
    março 19, 2012 16:17

    Marcelo, aprecio sua reflexão e temos que admitir que é uma das melhores que já vimos sobre o tema. Diferente de outros textos, a apresentação da falta de proatividade e negligencia dos pais chamou bastante nossa atenção. Com certeza houve negligência por parte dos pais, uma vez que deixam a filha em um brinquedo tão arriscado, cedendo por pressão da filha, tornando-os irresponsáveis. Com certeza não da pra prever um acidente desses. Não foi um caso de onipotência, pois os pais sabiam do risco.
    Já no caso do garoto Mitchill, ouve onipotência e negligência por parte do pai. O pai não teve limite, aumentando a velocidade paralelamente à felicidade do filho. Aí entra o fato de ele ser onipotente. Quebrou limites achando que nunca aconteceria algo com o filho dele.
    Concluímos que os acidentes realmente não podem ser evitados, há coisas que acontecem inesperadamente. Porém, a maioria dos acidentes que acontecessem da para serem evitados, pois sempre se trata da irresponsabilidade de alguém.

    • março 19, 2012 22:27

      Fábio e Guilherme, obrigado.

      Mas, se houve negligência, onipotˆncia e falta de proatividade, como que “acidentes não podem ser evitados”?
      Confesso que não entendi a linha de raciocínio.

      Um abraço,
      Marcelo

  5. Gustavo e Luís Eduardo permalink
    março 19, 2012 16:18

    Se refletirmos mais profundamente, repararíamos que ambos os casos são consequências da onipotência: No caso de Gabriela, houve onipotência dos funcionários do parque, pensando que nada ocorreria, mesmo sabendo que a cadeira estava quebrada. No caso de Mitchill, houve onipotência do pai: “Nada vai acontecer, sempre andei de Jetski e nada ocorreu… Por que ocorreria agora?”. Se ao menos parassem para refletir no que acarretaria tal negligência, com certeza esse texto nem sequer exestiria. Porém, não podemos julgar: todos nós temos um pouco dessa onipotência e, por isso, devemos tomar cuidado. “O medo é nosso amigo”. Ótima reflexão, Marcelo.

  6. Frederico Tessari e Bruno Belluco permalink
    março 19, 2012 16:19

    Marcelo,
    A ideia refletida em seu texto retrata muito bem como as negligencias e as escolha do livre-arbítrio estão diretamente ligadas aos fatos acontecidos. Gostaria de ressaltar que são fatos humanos que ocorrem em nossa sociedade, pois somos seres onipotentes na maioria do tempo. O caso de Gabriela, foi de extrema negligencia e falta de organização dos operadores responsáveis, já no caso de Mitchill, foi uma negligencia, onipotência e falta de limites, sem respeito as leis, em que seu pai acreditava não acontecer o pior, ele se dizia experiente, se realmente é experiente, tem consciência do ocorrido.
    Esses são exemplos que demonstram o quanto a sociedade é irracional quando se trata de uma prevenção do futuro, fatos que poderiam ser evitados (proatividade).
    Além de lamentarmos o ocorrido, devemos estar cientes de nossas atitudes, assim, esperando sempre pelo pior.

  7. Juliana Secamilli permalink
    março 19, 2012 16:20

    Marcelo;
    Para mim, nos dois casos houve negligência, falta de cuidado de ambos os casos. Poderiam ser evitados com o ato de proatividade, se no caso da menina Gabriela, desde quando a cadeira foi acusada de problemas mecânicos, deveriam ter tomado as devidas providências, de tal forma, o acidente poderia ter sido evitado; e no caso do menino Mitchill, o acidente poderia ser evitado pelo bom senso e responsabilidade de seu pai, sabendo que não tem a habilitação para dirigir tal veículo aquático, evitando a alto velocidade, também não fazer curvas com o jetski em alta velocidade, e em locais que apresentavam riscos.
    Seu ponto de vista pode nos mostrar que no cotidiano, nós cometemos muita negligência, para satisfazermos de vontades sem limites, no caso pensamos ser onipotentes, podemos fazer tudo, e às vezes pode acabar em tragédias não esperadas, mas que sim poderiam ter sido evitadas se tivéssemos proatividade.
    Sua analise sobre os dois casos foram excelentes, Juliana.

  8. Isabela e Juliana permalink
    março 19, 2012 16:21

    A maioria dos acidentes podem ser evitados, de maneira com que os envolvidos pensem nas consequências antes de tomar certa atitude. Todo ser humano tem o livre arbítrio, tem direito de fazer escolhas. O problema nessa questão é que deve-se impor limites em todas as ações que podem prejudicar ou tirar a vida do próximo. No caso da menina Gabriela, os funcionários e a equipe do parque tinham plena consciência de que a cadeira estava quebrada há mais de dez anos. No momento em que a menina sentou na cadeira,o funcionário devia ser proativo e avisá-la de que ela não deveria sentar neste local, assim o acidente poderia ser evitado. No outro caso, o acidente também poderia ser evitado. Houve negligência quando o pai do menino pilotou o jetski em alta velocidade sem ter ao menos pensar nas consequências. Houve também Onipotência, o pai de Mitchill sabia que isso poderia ocorrer, mas não com ele, ai veio o pensamento onipotente, de que seria só uma volta, nada de mal iria acontecer. A conclusão é que as pessoas tem que ser mais responsáveis e ter limites, criando a consciência de que seus atos poderão prejudicar o outro.

  9. Manuela Pompermayer - Maria Thereza Nonato de Paula permalink
    março 19, 2012 16:21

    Marcelo A. Whately, sua analise perante os acontecimentos informa ao leitor e aos interessados toda negligencia que muitas pessoas são impulsionadas á causar durante a onipotência de seus atos. Deduzindo que a sociedade age de forma a pensar que nada ira acontecer de ruim com esta e seus familiares, acaba então a responsabilidade se tornando mínima; como você mesmo disse, onde esteve o bom senso e a proatividade dos portadores das maquinas utilizadas pelos indivíduos, estes que não tinham a consciência de que algo ruim pudesse acontecer. Mas o que nos indaga é porque fatos como esses acontecem sendo que eles podiam ser evitados?

  10. Lucas C. Antedomenico - Matheus Neder permalink
    março 19, 2012 16:22

    Marcelo, ótima reflexão sobre negligência e proatividade. Há diversos casos em que ocorre negligência, como o fato apresentado no texto quanto ao pai das crianças que estava pilotando o jetski. Situações proativas são vistas nas ruas com as placas sinalizadoras de velocidade e radares que multam pessoas em excesso de velocidade, aos quais, devido a sua negligência, são mais propícios a sofrerem acidentes. Em pleno século XXI não seria mais fácil para o governo multar as pessoas sem aviso algum, sem mostrar a localização dos radares? A resposta é sim, porém o governo pensa de forma proativa, tentando evitar um mal maior como causar engarrafamentos (vistos com frequência nas estreadas do estado de São Paulo, principalmente na via Dutra, ligando RJ a SP), aumentar o número de pessoas hospitalizadas (um gasto grande para o governo além do problema da falta de espaço no Sistema de Saúde Público), causar danos à infraestrutura das cidades e, por fim, prejuízos às empresas transportadoras de cargas pesadas (muitas vezes causando processos governamentais, causando atraso no sistema jurídico brasileiro).

  11. Juliana Ferreira e Isabelle Perim permalink
    março 19, 2012 16:25

    Boa tarde, Marcelo
    Em ambos os casos percebe-se claramente a presença da negligência e onipotência, pois o mais comum entre as pessoas é pensar que nunca acontecerá com elas e quando acontece – se acontece – não sabem explicar e dizem ter sido um acidente.
    No caso da menina Gabriela, se no momento em que foi percebido o problema na cadeira, o proprietário do parque tivesse sido proativo e tomado uma providencia, a possibilidade de acidentes diminuiria, porque a responsabilidade acaba recaindo por todos – do funcionário ao proprietário.
    Já no caso do garoto Mitchill, o pai – para tentar satisfazer as vontades do filho e do sobrinho – foi negligente e irresponsável, não sabendo impor limites. Por ele não ter habilitação, foi onipotente, pois estava responsável por duas crianças, o que implica em maior atenção e cuidado para que o mínimo de riscos existam.
    A análise feita foi coerente e bem escrita. Só podemos esperar que a consciência desperte nas pessoas.
    Obrigada,
    Juliana e Isabelle.

  12. Giovanny Pizzol da Silva/ André Luis Dario Junior permalink
    março 19, 2012 16:25

    Em ambos os casos, as tragédias poderiam ter sido evitadas com um pouco mais de proatividade e raciocínio das partes presentes. No acidente do parque de diversões, os funcionários deviam ter avisado o público que o assento não estava em condições de uso e não deveriam ter deixado que a garota entrasse, 10 anos com um mesmo problema e nenhuma atitude da administração do parque para consertar o defeito, pura negligência. Já no caso do jet ski, o pai foi negligente ao utilizar o veículo como reboque para outra embarcação, mesmo que os presentes utilizassem equipamento de segurança; o jet ski não foi feito para transportar mais de 2 pessoas, ainda mais por reboque.
    O pai transpôs os limites ao dirigir sem habilitação e aumentar a velocidade, mesmo sabendo que poderia haver consequências desastrosas para as crianças. Muitas vezes achamos que somos onipotentes e nada nunca acontece conosco, até o dia em que ocorre, e ficamos nos lamentando sobre uma perda que pode ser muito grande. Em ambos os casos, o livre arbítrio esteve presente, porém em diferentes partes: os funcionários tiveram a escolha de deixar ou não a menina usar o acento defeituoso e o pai do menino sabia que não deveria dar ouvidos a um pedido irresponsável do filho. No fim de contas, todos acabamos nos esquecendo de nos prevenir e as vezes, o custo pode ser muito alto, como nessas duas tragédias.

  13. Larissa Cristine Pagnan e Gabriel Fernandes Donaris permalink
    março 19, 2012 16:29

    Os acidentes ocorreram por falta de proatividade e responsabilidade por parte de outras pessoas.
    No caso de Mitchill, seu pai, Sr. Antônio, levou seu filho e seu sobrinho para passear de jetski em uma represa, sabendo que ele não tinha habilitação para isso. Já no meio do passeio, os meninos pediram para Sr. Antônio aumentar a velocidade, com um pensamento onipotente ele escolheu aumentar a velocidade para agradar as crianças sem pensar se poderiam haver consequências. Esse ato de negligência causou a morte de seu filho, pois um pouco depois de aumentar a velocidade do jet-ski, passou sob uma ponte por onde estava passando outra embarcação que desviou o caminho das boias, por esse motivo, seu filho bateu a cabeça numa pilastra e teve traumatismo craniano, causando sua morte.
    O ocorrido com Gabriela, aconteceu por falta de responsabilidade do parque ao deixá-la sentar em um banco que estava inativo há dez anos. Pois o funcionário do parque foi onipotente ao colocá-la em um assento onde não havia segurança há tanto tempo. Essa negligencia do estabelecimento causou a morte da menina de 14 anos.
    Esses acidentes não foram inesperados, pois foram causados por erros que poderiam ter sido evitados.

  14. Adrian Leme e Vitor Goncalves permalink
    março 19, 2012 16:32

    A reflexão promovida pelo texto é de fundamental importância na tentativa de compreender as causas desses fenômenos sociais fatídicos, que, a partir da análise destes, mostram possuir causas que poderiam ser evitadas com alguma proatividade e bom senso , tal como o próprio texto comenta.
    O mundo contemporâneo é marcado pela crise existencial; tal como comenta Nietzsche, Sartre, e entre outros filósofos; e a busca pelo prazer imediato, instantâneo, leva o homem a agir irracionalmente, com o sentimento de onipotência. Isso é verificado cotidianamente. Podemos relevar o “bom jeitinho brasileiro” que demonstra-se contrário ao conceito de ética de Kant. Segundo este pensador, a ética é absoluta, ou seja, não permite exceções e deve ter o ser humano como finalidade. Essas exceções são verificadas nos dois acidentes em questão, nos quais ora um Jetski é dirigido puxando outra embarcação e sem os devidos documentos, e ora um brinquedo com um assento defeituoso não é devidamente consertado por 10 anos.
    Concluimos graças ao texto e às reflexões filosóficas que os acidentes poderiam ter sido evitados por meio de práticas éticas, que caso tivessem sua finalidade no homem e na sua segurança, assegurariam a vida em ambos os casos.

  15. Kaue Tejada - Luís Augusto permalink
    março 19, 2012 16:32

    Marcelo, é importante o debate sobre esses assuntos, pois a população deve estar ciente sobre o que ocorre no meio em que vive, por isso gostaríamos de explicar o significado de tais termos.
    Primeiro citamos a onipotência, que é o sentimento de que nada dará errado com o ser participante. Por exemplo, quando alguém vai nadar logo depois de ter almoçado, a pessoa está sendo onipotente, pois acredita que nada acontecerá com o seu organismo, mesmo sabendo que corre o risco.
    A negligência também pode ser inclusa a esse exemplo quando a relacionamos com a responsabilidade do indivíduo. Se o ser pulou na piscina e passou mal, foi negligente, pois não fez o certo que era esperar a digestão para depois ir se divertir.
    Independente do ocorrido, vale a pena ficar esperto para tais acontecimentos. Seja proativo, previna o que poderia ser inesperado.

  16. Isadora, Clarissa e Isabella Ruff permalink
    março 19, 2012 16:34

    Boa tarde, Marcelo,
    Ambos os acidentes há uma grande participação de negligência, no caso do garoto Mitchill por parte do pai, já no da garota Gabriela essa negligência foi do parque. Pois apesar de todos saberem que esses acidentes são inevitáveis nunca acreditamos que vai acontecer com um de nós ou com alguém próximo.
    No caso do garoto Mitchill houve também uma participação de onipotência pois como dito no parágrafo anterior o pai acreditou que um acidente daquele nunca fosse acontecer com o seu filho, a imprudência foi muito grande uma vez que o pai não tinha uma carteira de habilitação de moto aquática, e que todos sabem que é de lei desde 2000.Houve uma falta de imponência do pai em impor limites ao filho, que mesmo por ele está gostando da brincadeira o pai não devia ter colocado um limite a si mesmo, e se assim feito a tragédia ‘’poderia’’ ser evitada.
    Já no caso da Gabriela, a impotência veio do parque, por saber que a cadeira já estava quebrada a anos e mesmo assim ter liberado ela para o uso.
    A analise foi feita coerente e bem escrita, só resta que os acidentes não caiam no esquecimento e que a sociedade tome conhecimento, e começe a tomar consciência..
    Grande abraço, um beijo.. Clarissa, Isadora e Isabella Ruff

    • março 19, 2012 22:00

      Isadora, Clarissa e Isabella, obrigado.

      Os acidentes podem cair no esquecimento ou não, de qualquer maneira nós que devemos nos manter atentos aos nossos níveis de negligência e onipotência.

      Bjo,
      Marcelo

  17. Beatriz e Ana Caroline permalink
    março 19, 2012 16:36

    Marcelo,
    Gostaríamos de parabenizá-lo pela reflexão, esses casos não apenas mais um, mas esperamos que eles possam ser mais divulgados chamando a atenção de todos para não ocorrer outros.
    A onipotência de ambos os casos foi por causa da negligência, ou seja, se houvesse cuidado poderiam ser evitados os acidentes.
    Se o parque tivesse tomado as devidas providências com algumas sinalizações dizendo que o brinquedo estava danificado ou se os funcionários e os superiores tivessem o cuidado e a consciência de que poderia ocorrer um grave acidente, ou seja, proatividade, o que ocorreu poderia ter sido evitado.
    Se o brinquedo já estava interditado a mais de dez anos como alguém poderia ter a onipotência de deixar alguém usar?
    A irresponsabilidade foi grande e por isso o parque deveria ser punido, sem a punição, o Hopi Hari poderá causar vários outros acidentes como esse, ou piores, pois um momento que era para ser de divertimento e alegria acabou sendo uma tragédia.
    Já o caso do garoto Mitchill, foi a falta de limites e proatividade dos pais, pois todos tem o conhecimento de que, primeiramente, necessita-se da carteira para pilotar o jetski e não foi feito para puxar outras embarcações, além da alta velocidade.
    O livre-arbítrio é limitado pelas leis para não ocorrerem problemas na sociedade, assim o nosso dever é seguí-las, assim evitando tragédias como essas.

  18. Isabella Mayra Tonini e Caroline Metler permalink
    março 19, 2012 16:38

    O caso de Gabriela que aconteceu no elevador no maior parque do Brasil é um fato que presenciam a negligencia, da qual houve falta de cuidado dos funcionários para com a própria. Outro assunto discutível é o fato do limite, que porem cabe-se dizer que o livre arbitro também entra nesse assunto, onde o objetivo era diversão, mais como um senso comum caberia a ela ter a consciência de que poderia acontecer uma fatalidade, não em relação à cadeira, da qual não tinha conhecimento, mas sim do uso do brinquedo como todo. Como o texto comenta, também não houve proatividade da parte dos funcionários mesmo sabendo que a cadeira estava inativada.
    No caso do Mitchill a onipotência partir do menino quanto do pai, que no ponto de vista de ambos, uma fatalidade seria incapaz de acontecer, da parte do garoto pedindo para que o pai acelerasse e da parte do pai que atendeu seu pedido sem hesitar. A proatividade que seria outro assunto debatido perante esse fenômeno deveria ter partido do pai em dirigir a moto náutica sem habilitação e sem consciência do fato ocorrido. Nem na cabeça do pai e do filho não houve limite em relação ao acontecimento.
    Portanto, é preciso sempre ter com moderação a proatividade, livre arbitro, desde que não ultrapasse seus limites.

  19. Mauro Antonio Adamoli Junior permalink
    março 19, 2012 18:02

    Nos dois casos houve uma irresponsabilidade imensa de todos os envolvidos. Em minha opinião não tem como discutir qual acidente foi pior, ou qual deles o culpado teve uma parcela maior de culpa. O caso do parque de diversões teve uma repercussão maior na mídia, pois tanto o parque quanto o brinquedo em questão são conhecidos do público, neste caso o funcionário e o supervisor tem uma parte maior de culpa do que o dono do parque, pois eles sabiam que estava quebrado, não é a toa que estava a 10 anos desativados, eles insistiram no erro e mataram uma jovem e inocente menina que tinha uma longa vida pela frente. No caso do jet-ski eu não vejo a culpa da família, a irresponsabilidade foi do pai que sabia dos perigos que um veículo daqueles em alta velocidade pode causar, ele devia ter maturidade ignorando os pedidos das crianças de aumentar a velocidade sabendo do nível da gravidade que um veículo daqueles pode causar. Os dois casos são importantes e gravíssimos e não devem cair no esquecimento como muitas coisas neste país.

  20. Rodrigo dos Santos / Gabriel Lourenço permalink
    março 19, 2012 18:08

    Nós achamos que tragédias como estas podem ser evitadas se não houvesse negligência de ambas as partes.
    No caso de Mitchill o incidente poderia ter sido evitado caso o pai do garoto fosse menos onipotente e pensasse mais nas suas atitudes, de modo que, elas não causem incidentes fatais. Mesmo sabendo do risco que essa “voltinha” de jet-ski poderia levar aos garotos ele decidiu mesmo assim leva-los a represa.
    No caso de Gabriela o acidente no parque foi um erro que facilmente poderia ser evitado, caso a manutenção ou interdição da cadeira fosse feita. O fato de que o instrutor do brinquedo não avisou a garota sobre o assento quebrado, pode ter levado a queda e a morte dela.

  21. Gabrielle Pastore e Nikolas Mazzariol permalink
    março 19, 2012 18:08

    A partir da leitura do texto, é fácil estabelecer ligações entre ambas as histórias que existe uma falta de negligência e onipotência. Ao se aprofundar dos acontecimentos, tomamos nota que as tragédias poderiam ser evitadas. A apresentação da narrativa, foi muito bem elaborada, conseguindo por o leitor em frente aos fatos.
    Após a leitura ,vem à tona o sentimento de justiça ,com o intuito de evitar que isso aconteça, influenciando para que os casos não sejam esquecidos e se tornem referência para outros.

  22. Laís Vasconcellos e Mayara Araújo permalink
    março 19, 2012 18:10

    Marcelo, o texto apresenta fatos trágicos que refletem a falta de cuidado em uma determinada situação, consequentemente a irresponsabilidade; o sentimento de onipotência, e a falta de pro atividade dos envolvidos em ambos os fatos. Tudo isso é muito bem colocado e questionado. Isso leva a pensar que tipo de consciência o homem apresenta para com a humanidade em relação as suas próprias ações, o quanto essas ações podem ser prejudiciais aos que estão a sua volta – não somente a eles – e o que o leva a realizá-las. No caso do garoto Mitchill, o pai não foi pro ativo; não pensou no perigo que seria e nas consequências, resultando em um ato de desleixo. Já no caso da garota Gabriela, o parque no contexto geral, foi negligente, pela cadeira estar quebrada há anos, produzindo um acontecimento culposo.

  23. Vinicius e Leticia permalink
    março 19, 2012 18:10

    Tendo em mente as atuais tragédias, podemos perceber a inversão de valores que está ocorrendo na nossa sociedade, pais pensam apenas na aprovação dos filhos e se esquecem de conceitos básicos de segurança. Outro problema social que é evidente nos fatos é a onipotência, precisamos começar a tomar consciência que erros acontecem nas situações mais simples da vida, e por isso devemos sempre tomar cuidado.
    No caso do parque de diversões, também podemos notar a falta de proatividade dos donos e supervisores, pois a cadeira do brinquedo já estava quebrada há muito tempo, e nenhuma providencia foi tomada na tentativa de evitar um acidente, o que nos surpreende, porque uma atitude simples como, colocar um aviso no acento do brinquedo ou a retirada da cadeira danificada, iria evitar a tragédia.
    Já no caso do garoto Mitchill, o pai foi muito irresponsável, pois um jet ski não é feito para puxar outros objetos, o que não fazia o passeio seguro, muito menos para uma criança de nove anos de idade. O pai, a família, e o clube náutico foram onipotentes, a família por permitir uma brincadeira tão perigosa, e o clube por permitir que um homem sem habilitação dirija um jet ski no local.

  24. Beatriz e Isabella permalink
    março 19, 2012 18:10

    É difícil dizer quem realmente tem culpa ou quem deverá pagar pelo o que aconteceu tudo foi consequência de vários erros. Já que o pai de Mitchill não teve o conhecimento suficiente para perceber que pela boia ser leve poderia por em risco a vida de seu filho. No caso do parque de diversões o proprietário poderia ter tomado uma atitude antes – pois a cadeira estava a 10 anos quebrada- e o supervisor por não orientar os funcionários sobre o possível risco de acidente.
    Nos dois casos houve uma onipotência, pelo fato de acharem que nunca iria acontecer algo dessa gravidade com sua família e negligência, pela falta de responsabilidade e de agir pela emoção da adrenalina. O Sr. Antônio ao levar o filho de apenas nove anos de idade de maneira perigosa a uma represa e passar por um local de alto risco e em alta velocidade. Já no caso de Gabriela a mãe em depoimento alega ter percebido que o cinto de segurança de sua filha estava solto, ao questionar o funcionário sobre o funcionamento da cadeira é tranquilizada e age pela onipotência de achar que por nunca ter ocorrido com ninguém não ocorreria com sua filha.
    Portanto estamos a todo o momento correndo riscos age de maneira consciente, preventiva e apesar de estar em momento de grande emoção tente agir racionalmente pensando nas consequências que possam ocorrer.

  25. Carolina Françoso e Gabriele Brunelli permalink
    março 19, 2012 18:11

    Marcelo, o texto foi muito bem elaborado e nos leva a uma reflexão sobre a sociedade. Hoje, princípios como negligência e onipotência estão sendo usados frequentemente, a partir do senso comum de que “não vai acontecer comigo”; “a probabilidade de dar errado é mínima”.
    Ao mesmo tempo, as pessoas podem exercer um poder de livre arbítrio, ou seja, cada indivíduo tem o poder de escolher suas ações, qual caminho quer seguir, mesmo que tal caminho não seja benéfico. Partindo disso, houve o livre arbítrio no caso do menino, pois o pai escolheu levar seu filho para passear no jet-ski.
    No caso da menina, o que houve, além da onipotência, foi também a negligência. A cadeira estava quebrada há muito tempo, logo, a possibilidade de um acidente ocorrer existe. Foi irresponsabilidade por parte do funcionário, supervisor e dono do parque de não tomar nenhuma atitude diante de tal situação. Foi preciso ocorrer um acidente de tamanha intensidade para que providências sejam tomadas.
    Portanto devemos ter consciência dos riscos a que estamos constantemente submetidos. Não devemos ser onipotentes tão pouco negligentes, mas sim responsáveis, proativos, ou seja, não espere acontecer para tomar uma atitude. Previne sempre. E saiba usufruir corretamente desse poder chamado livre arbítrio.

    • março 19, 2012 21:24

      Carolina e Gabriela,

      Obrigado, foi justamente essa a mensagem que quis transmitir com o texto:
      “…devemos ter consciência dos riscos a que estamos constantemente submetidos.”

      Um abraço,
      Marcelo

  26. carol boza e mateus pontes permalink
    março 19, 2012 18:11

    O pai foi negligente quanto a colocar seu filho em um risco em que nem ele mesmo imaginava. Com isso, pode até ter sido uma falta de responsabilidade dele de não ter reduzido a velocidade quando avistou uma embarcação custando assim a vida de seu filho.
    Tomando como base essas duas fatalidades, podemos concluir que vivemos em uma sociedade inconsequente. Um agindo pela emoção, como o pai do pequeno Mitchilli, que cedeu ao pedido do menino e foi negligente diante a direção de meio de transporte que necessita de habilitação, e que oferece alguns temos de segurança, o qual acreditamos que uma gambiarra na embarcação não é um meio seguro.
    Já o caso de Gabriela, o parque foi extremamente irresponsável por permitir o funcionamento do brinquedo mesmo sabendo que o assento estava quebrado, e bem na sua vez foi liberado o que ocasionou o acidente. Perante esse caso o monitor que estava supervisionando o brinquedo deveria ter intervindo, pois há anos aquela parte do brinquedo não era utilizada. O parque deveria ter feito manutenções pelo menos uma vez ao ano para que não houvesse fatalidades desse tipo, já que é um brinquedo de alto risco.

    • março 19, 2012 21:22

      Carol e Mateus,

      Sim, concordo em parte que vivemos em uma sociedade inconsequente, só que sem generalizar.
      Prefiro dizer que há muitos irresponsáveis em nossa sociedade, e nós, os responsáveis, devemos continuar firmes e fortes.

      Um abraço,
      Marcelo

  27. Julia Masone e Julia Zuin permalink
    março 19, 2012 18:12

    Boa tarde Marcelo, vim em forma desse comentário falar sobre os temas citados acima . O texto a respeito do “ Jetski” não podemos culpar as crianças e nem o clube, pois o pai acreditou que que tinha um poder onipotente sem pensar nas possíveis consequências trágicas. Mesmo tendo um comportamento de antecipação a respeito dos coletes salvas vidas. Ele foi negligente e irresponsável quando viu que era perigoso continuar acelerando.
    A respeito do caso da garota (Gabriela) no parque de diversões a culpa foi inteiramente do parque. Ele agiu com a falta de cuidado perante a todas as pessoas que o frequentam, pois a cadeira estava desativada, sem nenhum aviso, há mais de 10 anos. E quando a Gabriela viu o defeito em sua cadeira informou ao funcionário que estava no local e o mesmo disse a ela que era normal.

    • março 19, 2012 21:14

      Masone e Zulin,

      Fiquei com uma dúvida: então quem é onipotente não tem responsabilidade pelas consequências de seus atos?
      😉

      Um abraço,
      Marcelo

  28. nicoli permalink
    março 19, 2012 18:13

    Em relação ao caso de Mitchill houve onipotência e negligência da parte do pai e do clube! O menino havia pedido para seu pai o puxar com o jetski e fosse com velocidade, por sua vez o pai fez tudo o que Mitchill pediu, sem se lembrar ou se preocupar com perigo que todos corriam.
    Já no caso de Gabriela tanto ela quanto os pais desconheciam o perigo que a cadeira representava, chegaram a perguntar para o funcionário e o mesmo disse estar tudo certo, porém a cadeira estava sem uso há mais de 10 anos.
    O clube náutico deveria ter pedido habilitação do pai e recomendado cuidados e, o parque deveria ter trocado a cadeira ou anunciado o defeito! É preciso impor limites aos filhos, principalmente sabendo-se do risco que corriam, quanto ao parque deveriam ter se preocupado um pouco e pensado no que podia ocorrer!
    Nicoli Oliveira Reis
    Larissa Magro Clemente

  29. Bruna A. Souza e Antonio Flavio D. Coleta permalink
    março 19, 2012 18:15

    O texto nos faz pensar em como nós seres humanos somos ignorantes ao pensar que nada daquilo que vemos na mídia um dia acontecera conosco e sim com os outros.
    No caso Mitchill, o pai do menino foi negligente com a situação, e não houve qualquer tipo de responsabilidade de sua parte ao colocar em risco a vida de seu filho e de seu sobrinho no momento em que os colocou em um bote que iria ser puxado por meio de um jetski, já que não possuía carteira de habilitação para pilotar tal equipamento.
    Já no caso da menina Gabriela, sua família não tem qualquer culpa sobre o caso, já que a única intenção era de se divertirem no parque, em que a própria Gabriela escolheu como um de seus roteiros de férias escolares. Já o responsável pelo brinquedo no momento do acidente, foi onipotente, pois achou que como a cadeira estava quebrada há dez anos e nada havia acontecido, com Gabriela não seria diferente.
    Concluindo-se com tudo isso, voltamos ao inicio do comentário, onde mencionado no que nos seres humanos nunca achamos que ira acontecer conosco, até o momento em que nos deparamos em tal situação. E ficamos com uma pergunta que até o momento não há resposta, de quem será a culpa dos fatos?

    • março 19, 2012 21:09

      Bruna e Antonio,

      Sim, nós seres humanos somos ignorantes, já nascemos assim. E somente você pode diminuir sua própria ignorância.
      E vamos deixar o pensamento “nunca acontecerá comigo” com eles, os ignorantes.

      Um abraço,
      Marcelo

  30. Caique Martins e Marina Foltran permalink
    março 19, 2012 18:15

    Analisando os fatos separadamente, no caso de Gabriela o parque se sentiu onipotente ao deixar o assento quebrado sem nenhuma supervisão maior, agindo assim com negligência. Faltou pro-atividade tanto da parte da direção do parque como do corpo docente de ao menos não relatar para seu supervisor. Segundo um advogado, “se a cadeirinha estava quebrada a 10 anos já, era pra ter no local ao menos um placa grande avisando.”
    Já o ocorrido com Mitchill, o pai ao obrigar o uso do salva-vidas agiu com pro-atividade (quem veste um salva-vidas, já faz isso com o intuito de proteção precaução). Por que não agiu com mais um pouco de proatividade? Pois como a maioria dos seres humanos se sentiu onipotente e deixou a razão de lado, na hora da emoção.( “Após atender aos pedidos, ele fica satisfeito ao observar o sorriso e as gargalhadas das crianças.”)
    Porém se analisarmos, a parte de que o acontecimento foi inesperado (pelo fato de uma “marola” “atingir” o bote em que as crianças estavam), veremos que não houve um culpado. Foi uma fatalidade.

    • março 19, 2012 21:02

      Olá Caique e Marina.
      Obrigado pelo comentário.

      Sim, foi uma fatalidade.
      Uma fatalidade que poderia ser evitada, não?
      Com mais proatividade, menos onipotência e negligência fatalidade alguma teria acontecido.

      Um abraço,
      Marcelo

  31. Matheus Bortoletto e Pedro afonso permalink
    março 19, 2012 18:16

    Analisando a narração de Marcelo A. Whately, nos dois casos houve negligencia, de um lado por parte do parque e do outro lado pelo pai, família do menino. No caso do jet-ski o pai foi onipotente, e por isso o final não foi como esperado causando a tragédia, por falta de se prevenir e raciocinar sobre as consequências de transitar com o veículo aquático por uma represa cheia de obstáculos com seu filho pendurado em um bote. No caso do parque de diversões, a vitima foi extremamente negligente, mesmo tendo notado que o seu cinto estava solto, continuou no brinquedo.
    As fatalidades infelizmente aconteceram, mais nem uma delas foi intencional, não há necessidade de punição dos parentes e sim do parque por falta de supervisão.

  32. Gabriel Souza/Felipe Usberti permalink
    março 19, 2012 18:16

    Acontecimentos como estes poderiam ser facilmente evitados com apenas um pouco de bom senso, tragédias como a do menino Mitchill ocorrem por ignorância de não apenas uma parte, o pai, mas de ambas, tanto o pai como o clube náutico. Clubes deste tipo deveriam requerer no mínimo uma licença de pilotagem e fiscalizar o uso de suas dependências. Se o pai possuísse alguma habilitação para pilotar o jet-ski, ele certamente saberia que este tipo de veículo não serve para puxar outras embarcações, e a brincadeira era um ato de extrema imprudência. O caso da menina Gabriela poderia ter sido evitado com uma proatividade por parte do parque, que tinha consciência de que a cadeira estava inoperante há mais de dez anos; a cadeira poderia ter sido trocada há muito tempo. Pelo contrário, o funcionário agiu com negligência já que ele poderia ter alertado a menina sobre as condições do brinquedo, prevenindo assim qualquer tipo de acidente. Espera-se que com essa duas tragédias tragam um pouco mais de responsabilidade para os brasileiros.

  33. Marcos Carnelutti Cella e Caio Henrique Cyrino permalink
    março 19, 2012 18:16

    Tomando como base os fatos relatados sobre os ocorridos referentes à morte de Gabriela, houve onipotência por sua parte ao persistir em andar na atração do parque e também negligência tanto do parque quanto dos pais responsáveis, uma vez que a administração do parque não foi competente a ponto de tomar providências á respeito do estado em que se encontrava o brinquedo e também os pais ao deixarem a filha desfrutar da atração mesmo estando cientes que as condições do brinquedo não estavam de acordo com os parâmetros de segurançal.
    Já no caso de Mitchill a negligência foi por parte do pai o qual pilotava o jetski sem as exigências mínimas para pilota-lo, e mesmo assim praticando o ato, como dirigir sem carteira de habilitação, puxar embarcações que são proibidas . Foi também onipotente a não levar em conta os riscos que poderiam ser causados , e que devido a essa despreocupação com a situação, acabou tendo consequências drásticas.

  34. Kaio Souza Gomes e Matheus Perozzi Gerdes permalink
    março 19, 2012 18:17

    Com base nos fatos do acontecido com o garoto Mitchill de 9 anos que morreu se divertindo com seu pai e seu primo, percebemos que houve negligencia de seu pai que não pensou nos riscos que poderia ocorrer com esse tipo de diversão, conclui que o mesmo foi onipotente. Seu pai foi levado pela emoção do momento em, que viu seus filho e seu sobrinho felizes com a brincadeira, mas errado também foi parque em deixar o dono do jet-ski usar o mesmo sem carteira de habilitação, gerando o acontecido.
    No caso da Gabriela que acabou morrendo em um brinquedo num parque de diversão, onde sentou em uma cadeira do brinquedo que não estava funcionando adequadamente, pois o sinto de segurança dela não estava em estados bons gerando a morte da menina. Nesse caso a negligencia foi do funcionário em ter deixado a menina ir na cadeira quebrada, que já deveria saber que a cadeira já não estava funcionando adequadamente, pois já fazia 10 anos que já etária quebrada, e do parque em não colocar avisos ou retirar a cadeira do brinquedo, ou até arruma-la, e isso causou a tragédia.

  35. Beatriz Dela Coleta e Isabella Lamboia permalink
    março 19, 2012 22:21

    É difícil dizer quem realmente tem culpa ou quem deverá pagar pelo o que aconteceu tudo foi consequência de vários erros. Já que o pai de Mitchill não teve o conhecimento suficiente para perceber que pela boia ser leve poderia por em risco a vida de seu filho. No caso do parque de diversões o proprietário poderia ter tomado uma atitude antes – pois a cadeira estava a 10 anos quebrada- e o supervisor por não orientar os funcionários sobre o possível risco de acidente.
    Nos dois casos houve uma onipotência, pelo fato de acharem que nunca iria acontecer algo dessa gravidade com sua família e negligência, pela falta de responsabilidade e de agir pela emoção da adrenalina. O Sr. Antônio ao levar o filho de apenas nove anos de idade de maneira perigosa a uma represa e passar por um local de alto risco e em alta velocidade. Já no caso de Gabriela a mãe em depoimento alega ter percebido que o cinto de segurança de sua filha estava solto, ao questionar o funcionário sobre o funcionamento da cadeira é tranquilizada e age pela onipotência de achar que por nunca ter ocorrido com ninguém não ocorreria com sua filha.
    Portanto estamos a todo o momento correndo riscos age de maneira consciente, preventiva e apesar de estar em momento de grande emoção tente agir racionalmente pensando nas consequências que possam ocorrer.

  36. Vinícius Cruz e Lucca Ferrari permalink
    março 21, 2012 15:21

    As pessoas não estão consciente de suas atitudes até praticarem ela, tanto o funcionário do parque, como o piloto do jet-ski não estavam ciente do que aconteceria. O problema é que temos que ser responsáveis pelos nossos atos e arcar com a consequência da falta de cuidado. Devemos diferenciar o poder fazer, do fazer.
    O caso da menina que caiu do brinquedo é ainda pior, já que em tese o funcionário tinha tido um aviso prévio de que a cadeira não podia ser usada e mesmo assim resolveu ignorar esse fato, sem levar em conta a dimensão que o problema poderia chegar.
    A onipotência tomou conta de Antônio, ele certamente não queria que seu filho tivesse morrido, mas sem duvidas também ele nem considerou a opção.
    Acidentes continuaram a acontecer independente de quanto cuidado tivermos , mas pelo outro lado se não tivermos cuidado algum eles sem duvida acontecerão com mais frequência, devemos pensar antes de praticar qualquer ato em que haja um certo risco, por mais improvável que seja.
    Talvez em uma escala mundial realmente não fazemos tanta diferença, mas sem duvida para familiares e amigos próximos é uma grande dor, em ambos dos casos pela negligência, dos outros ou de si mesmo.

  37. Juliana Ramos e Mellanie Santiago permalink
    março 21, 2012 15:22

    Olá Marcelo, apreciamos sua publicação e gostaríamos de deixar aqui alguns comentários pertinentes, se nos permite. Primeiramente os casos de negligência citados em sua crônica são extremamente graves e obtiveram repercussão na mídia, sendo o caso da garota Gabriela o mais divulgado. Porém, são extremos de uma situação a qual se encontra intrínseca em nossa sociedade, não só em casos que resultam em óbito, mas também diariamente.

    Por exemplo, tanto o sistema de ensino público é negligente com as crianças e adolesecente do país, quanto o próprio governo com toda essa situação. Muitos acidentes ocorreram e poderiam ser evitados, mas o maior acidente não seria esse que chamamos de sociedade? Será que a democracia, a proatividade e o bom senso não estão mortos?

    Esses casos específicos mostram o quanto toda essa rede de negligência pode se agravar, e como já está agravada. É preciso uma reforma estrutural, tanto governamental quanto comportamental para combater o descaso. A morte do menino Mitchill é significativa num meio no qual isso não acontece, mas é só mais uma onde ocorre todos os dias, como em favelas, morros e locais de grande violência. O termo vai além do exemplo, e nos leva a pensar sobre nosso próprio descaso com coisas simples, que possa causar grandes consequencias.

    • março 25, 2012 17:44

      Juliana e Mellanie, obrigado.

      Concordo com vocês, há negligência em todos níveis, até entre os que nos representam.

      Porém, acredito ser muito importante fazer a nossa parte, e não apenas culpá-los.
      Até porque a negligência não é generalizada.

      Um abraço,

  38. Thales Lopez e Gabriel Pasqualin permalink
    março 21, 2012 15:24

    É importante para a humanidade que as pessoas tenham consciência do bom senso e proatividade assim como relatado no texto, a ignorância de muitos podem levar sérios riscos as pessoas em sua volta, analisando os casos do parque e do jet-ski.
    Observamos negligencias notórias, representadas pela falta de cuidado dos funcionários do parque, em questão a segurança da visitante do parque. No caso do jetski também aderimos falta de cuidados do Sr. Antonio em torno de seu filho e seu sobrinho, cuidados que poderiam sim ser tomados, evitando tais acidentes fatais.
    Não podemos aderir a culpa a uma única pessoa, os acidentes foram causados por um processo de descuido, tanto dos funcionários, como dos donos do parque, ou tanto do Sr. Antônio, como da família inteira dos adolescentes. “O acidente poderia ser evitado?”, sim, desde que as pessoas envolvidas nos acidentes soubessem diferenciar e exaltar o que é importante para nós, assim como nossos familiares e próximos.

  39. Matheus Segredo e Vinicius Tonon Andrade permalink
    março 21, 2012 15:25

    O que é importante pra humanidade? Podemos dizer que a vida não se vale a mesma coisa, a vida pode ser trocado pelo valor do dinheiro, a humanidade perdeu o bom senso. O homem começou a ser tratado como um objeto substituível.
    Pelos princípios éticos de hoje, quando algo de ruim acontece a alguém, essa pessoa processa quem lhe fez mal, e ganha uma indenização em troca. Perdeu-se o conceito de vida, a menina que morreu no brinquedo do parque, nada pode substituir a vida dela, e o que acontece com quem errou? Quase nada, o parque paga uma taxa para a família, os culpados pagam uma fiança e nem se quer ficam um mês na cadeia.
    Muitas fatalidades poderiam ser evitadas, se as pessoas tivessem consciência, de que alguém se importa com elas, deixando de agir de forma irresponsável, pois a pessoas que se importam com você, jamais terão algo para por em seu lugar, a vida não é como um objeto que pode ser trocado em uma loja, a vida tem um valor inestimável.
    Erros acontecem, mas não se pode inocentar alguém que mata, mesmo que por algum descuido, essa fatalidade aconteça. Pequenos erros podem ter um preço muito grande.

  40. Leonardo Monteiro e Luiz Felipe D. Moschini permalink
    março 21, 2012 15:26

    Desde os primórdios da humanidade essa questão sempre paira no ar “Você tem consciência de que é importante para a humanidade?” Mas o ser humano sempre buscou algo não importante para a humanidade mas sim para si mesmo, não um conhecimento universal vindo da razão que se torna um dever e assim um ato de boa vontade para o bem de todos como Kant diz.
    Até uma pequena árvore plantada ou cortada pode fazer a diferença, levantar de bom humor todo dia, contagiar os amigos de alegria, e se preocupar com o bem estar de todos pode fazer a diferença. Um simples papel pego do chão e jogado no lixo, uma palavra de carinho, uma brincadeira saudável, até o respeito de uma pequena lei que hoje não fará diferença mas amanha pode levar a algo pior, se dedicar nas suas tarefas diárias, pois para você pode não fazer diferença mas para outros uma simples ação pode mudar o dia.
    Assim percebemos que um simples ato pode desencadear grandes consequências boas ou ruins , por isso é sempre bom pensar em seus atos antes de faze-los.

  41. Lisa Bellato e Rafaela Trevisan permalink
    março 21, 2012 15:28

    Marcelo,
    Ao fazer a leitura de seu artigo, pudemos perceber que há uma forte negligência em ambos os casos. No caso de Gabriela, se o brinquedo já estava desativado há 10 anos, porque fazer o uso dele sem antes ter certeza de que tudo estava bem? O parque preferiu omitir os deveres dois quais realmente lhe eram exigidos, atitudes poderiam ter sido tomadas antes mesmo de ocorrer uma tragédia como essa. Acredito que com Mitchill houve, com maior intensidade, a onipotência. O pai do garoto acreditava ser bom o suficiente para lhe fornecer toda a segurança necessária, porém ele não pensou que acidentes poderiam ocorrer. Vivemos em uma sociedade na qual pensamos no saber e poder como sinônimos de ser alguém, porém devemos pensar previamente antes de tomar atitudes que podem vir a causar uma consequência não antes imaginada por nós. Os casos citados são exemplos de que todo acidente não é literalmente um acidente; na verdade nos achamos dotados do livre arbítrio, enquanto devemos apenas ser responsáveis por nossos atos.

  42. Catharina Ortigossa e Clisya Barriquelo permalink
    março 21, 2012 15:31

    Somos importantes para o mundo porque viemos para fazer a diferença. Seja na vida de uma pessoa, varias, ou ate de milhares, afinal ninguém vem ao mundo por acaso!
    Às vezes pode ser que não sejamos importantes para muitas pessoas, mais sempre existirá alguém que nos considere e tenha admiração. Devemos dar valor ao que somos e ter orgulho disso, não devemos ligar para a opinião dos outros, isso só importa á eles.
    Temos que ter consciência que somos importantes para a humanidade para tentar melhorar o mundo, a sociedade, criar algo inovador que mude e faca a diferença de algum modo para progredir nosso conhecimento intelectual e como ser humano. Segundo Khalil Gibran ‘’ O importante para uma pessoa não são os seus sucessos, mas sim quanto os deseja. ’’, devemos ser a mudança que queremos ver no mundo.
    Já pensou se fossemos todos iguais? Nada faria sentido. As diferenças são importantes, pois valorizam o individuo como único, mesmo existindo preconceitos. São as diferenças que harmonizam os contrastes. Todos temos conhecimento e ignorância em assuntos diferentes e, olhar para ambos com a mesma atenção, ora aprendendo, ora ensinando, nos dará a noção exata do que é essencial e o que deve ser descartado, sem, desprezar todo o seu valioso conteúdo.
    Concluímos que as ideias que movem o mundo.

  43. Bianca Crozatti; Jéssica Loureiro permalink
    março 21, 2012 15:33

    Sobre os dois acidentes que nos chocaram, pudemos chegar à conclusão de que somos importantes para a humanidade. Nossas ações influenciam na vida das pessoas que nos rodeiam diretamente ou indiretamente.
    Para que não haja consequências negativas, precisamos ter responsabilidade e proatividade não deixando com que a negligência e a onipotência atuem sobre os nossos atos.
    Como citado no seu texto “Você tem consciência de que é importante para a humanidade?” vimos dois de vários grandes acidentes que mostram a irresponsabilidade, falta de bom senso e proatividade; e sim a negligência e a onipotência.
    Para que tudo ocorra de forma que ninguém se machuque, é preciso saber ponderar (como afirmava Immanuel Kant), sabendo que o desejo (momentâneo) não pode ser levado em consideração em relação à vontade (razão). Por esse motivo, precisamos pensar antes de agir, tendo consciência de que todos nós somos importantes de certa maneira para a humanidade.

  44. Rafael Simoni - Paulo Victor Novaes permalink
    março 21, 2012 15:34

    “Apenas o ser humano tem a capacidade de reflexão” afirma Kant, filósofo iluminista. Na maioria das vezes, o ser humano age sem pensar, tendo um comportamento negligente e sendo retroativo. As pessoas tem o livre arbítrio de realizar o que bem entender, assim assumindo a responsabilidade dos seus atos. No caso de Gabriela e Mitchill, os responsáveis pelos acidentes não foram proativos em relação à causa e efeito do que ocorreu, perante as precauções que deveriam ser tomadas. A vida é uma incerteza, muitas vezes nossas vidas estão em jogo e o importante para a humanidade é que pensemos nos nossos atos julgando-os, escolhendo a melhor alternativa. É necessário que sejamos cuidadosos as nossas escolhas, analisando-as, como diz Kant “refletindo” sobre o que é melhor, buscando sempre o prazer e a satisfação, para não ocorrer o mesmo dos casos de Gabriela e Mitchill.

  45. Rafael T. Polizel e Victor C. Pitanga permalink
    março 21, 2012 15:35

    O conceito de humanidade reflete em uma sociedade em que todos estão inseridos e, por isso, participam dela. Partindo desse pressuposto, deve-se agir de acordo com a ética kantiana, cujas ideias levam a pensar racionalmente no bem comum. Ou seja, deve-se agir de forma que os atos praticados por uma pessoa, caso fossem praticados por todos, não prejudicassem toda a humanidade.
    Como exemplo contraditório, pode-se citar os casos de Gabriela, Mitchill e também Grazielly Lemes, que foi atropelada e morta recentemente por um adolescente de 13 anos, em Bertioga. Nesses casos, não houve bom censo e responsabilidade na execução das ações.
    Portanto, agir eticamente é válido para que não ocorra uma perda de valores. A razão leva a um caminho discernido na mente. Pensa-se e age-se para o bem comum. Porém, infelizmente, algumas pessoas não tem consciência para definir o certo e o errado. Isso mostra-se presente quando indivíduos praticam esses e outros atos equivocados, prejudicando a si mesmo ou a próximo, o que é muito grave.

  46. Carolina José e Ramon Spironello permalink
    março 21, 2012 15:37

    Afeto, carinho e respeito, sentimentos que contagiam a humanidade e que participam da sua construção, estes são adquiridos pela convivência em sociedade criando desta forma laços, construindo pontes a serem atravessadas.
    Para convivermos em sociedade é necessário termos a consciência de que fazemos parte de um círculo que nos une as pessoas que nos relacionamos ou não.
    Nascemos dotados do livre arbítrio e como já sabemos, podemos então escolher aquilo que queremos, portanto, este ponderado com a proatividade seria a forma correta de agir, mas atitudes negligentes e onipotentes não deixam de estar presentes no meio em que vivemos. Atitudes mal pensadas podem gerar traumas significativos na vida das pessoas, como no caso do Filósofo Kierkegaard que sofreu na adolescência e não achou equilíbrio para superar esse acontecimento no presente, se tornando amargo e solitário.
    Em casos mais graves do que mencionado acima, envolvendo morte, por exemplo, causa-se danos maiores, como no acidente da menina Gabriela, citado já em seu texto, que caiu do famoso parque Hopi Hari, chocando a população.
    Percebe-se que cada um contribuí de uma maneira para a humanidade, sendo importante para ela. Não importa se é um garoto simples do interior ou uma estrela internacional, todos tem o seu papel e são reconhecidos perante a isso, a vida nunca deixará de ser importante.

  47. Matheus Stolf e Nelson Pedro Montebello Neto permalink
    março 21, 2012 15:39

    A falta de negligencia é o que acaba resultando em acidentes graves muitas vezes. Temos o livre arbítrio de se divertirmos, mas temos que ter consciência de que algumas decisões podem causar consequências graves.
    No caso do jetski o pai foi irresponsável ao levar crianças sem possuir habilitação, além do fato de ter acelerado quando avistou uma ponte ao invés de reduzir a velocidade. No caso do parque que também foi irresponsável, os funcionários são preparados para operar nos brinquedos, portanto não deviam permitir que usassem uma cadeira quebrada, sem o cinto de segurança.
    Não houve proatividade nos dois casos, o pai de Mitchil deveria conter habilitação e o parque com sua onipotência se prevenir de ocorridos como este.
    Percebemos então que a consciência é sim muito importante para a humanidade e deve sempre ser preservada, podendo salvar vidas se houve negligencia.

    • março 25, 2012 17:30

      Matheus e Nelson,

      É a falta de negligência “que acaba resultando em acidentes graves muitas vezes”??

      E com negligência é possível salvar vidas?

      Um abraço,
      Marcelo

  48. silvana meirielle cardoso / malu stenico zanuzzi permalink
    março 21, 2012 15:39

    Vivemos em um século em que nos deparamos com situações no cotidiano que nem sempre são aceitáveis, mas acabam sendo inevitáveis, pois as pessoas e principalmente suas ações são incompreensíveis.
    Diante da questão de ter ou não consciência, perante do que é importante para a humanidade, devemos ter em mente de toda ação decorre de uma consequência, sendo ela boa ou ruim. Segundo Freud, pessoas experimentam repetidamente pensamentos que resultam em atos nem sempre bons, mas a grande importância está na obrigação moral de assumir os possíveis erros cometidos.
    Nota-se que há uma enorme falta de proatividade , ou seja, um comportamento racional que antecipa a responsabilidade de nossas escolhas , por isso a explicação de tanta negligencia expressadas pelos meios de comunicação.
    Então, o que realmente a humanidade precisa? Seres pensantes, comprometidos com o meio em que vivem e com si próprio, evitando-se casos como a garota Gabriela, vítima em um parque de diversões. E mais casos como esse serão repetidos, se as pessoas não tiverem um comprometimento e continuarem agindo de modo irracional.

  49. Felipe Xavier, Leonardo Martins permalink
    março 21, 2012 15:42

    Marcelo, você fez um questionamento sobre a verdadeira importância de consciência para a humanidade. Na vida das pessoas, a onipotência e a negligencia estão cada vez mais presentes, a liberdade de escolher a decisão a ser tomada se torna cada vez mais fácil, ou seja, o livre arbítrio toma conta e faz com que certas atitudes sejam tomadas pela emoção ou pelo momento, mesmo sabendo que não irá trazer um resultado benéfico para tal.
    No caso do menino ocorreu uma onipotência por parte do pai, não estamos querendo culpa-lo, mas a decisão de levar os meninos andar de jet-ski e de atender ao pedido dos meninos para aumentar a velocidade, partiu do pai, sendo assim não pensando nas consequências que poderiam acontecer com as atitudes tomadas. Já no caso da menina a onipotência e a negligencia estão presentes. A cadeira estava quebrada, sendo assim a possibilidade de ocorrer um acidente existia. A irresponsabilidade por parte dos fiscais do parque, mostrou o pensamento da nossa humanidade, que é preciso ocorrer um acontecimento de tal magnitude para se tomar uma providencia como um melhor preparo das equipes para evitar acidentes.
    Portanto devemos ter consciência sobre os riscos que estamos sendo submetidos ao nosso cotidiano. Não devemos ser onipotentes e muito menos negligentes, devemos ser responsáveis pelos nossos atos. Previna- se sempre, não espere que algo aconteça para atitudes serem tomadas, utilize desse “poder” livre arbítrio para o seu bem, para o nosso e de toda a humanidade.

  50. Geórgia Collete & Joyce K. Possignolo permalink
    março 21, 2012 15:44

    Você tem consciência de que é importante para a humanidade?

    Os acontecimentos ocorridos com Mitchill e Gabriela nos obrigam a refletir sobre a nossa importância sobre a vida do próximo e como ações diárias responsáveis podem salvar vidas.
    Muitas vezes deixamos de colocar nossa posição diante de situações por falta de conhecimento de que proatividade pode mudar o destino de um indivíduo. Sempre que possível devemos fazer a diferença cumprindo com o nosso dever e arcando com as consequências de nossas ações.
    Entretanto se sempre devemos cumprir o nosso dever, como fica nossa autonomia de vontade?
    Kant responderia que nossa vontade vem da razão e a razão é universal e absoluta, logo ela representa o caminho certo a seguir. Então quando agimos de acordo com nossa vontade estamos cumprindo nosso dever e fazendo o certo.
    O homem deve ter consciência da importância de que pequenos atos podem modificar uma sociedade negligente. De grão em grão, a galinha enche o papo e de ação em ação o mundo pode mudar.

    Marcelo A. Whately gostamos muito do seu texto e da reflexão nos conduz a ter.

  51. Juliana Helena Veríssimo e Luana Benetello permalink
    março 21, 2012 15:45

    Nós devemos ter consciência de que todos os nossos atos geram uma consequência, boa ou ruim, e isso está relacionado com as nossas responsabilidades, que podem repercutir de vários modos e de acordo com nossas escolhas.
    Todos nós temos um papel diante da sociedade, muitas vezes nem percebemos a importância de tal fato, pois mesmo sem saber estamos incluídos no cotidiano de muitas outras pessoas, ou seja, se praticarmos uma ação, está poderá ser prejudicial ou benéfica, não só para nós, como para os outros também. Por isso pensando como Kant, podemos compreender quando ele diz sobre o imperativo categórico, ou seja, se aquilo que estamos fazendo poderia ser feito por todos, sem prejuízo para a humanidade. Devemos agir a partir do princípio racional, seguindo as condutas morais e éticas para que o impacto para com os outros seja positivo.
    Portanto, precisamos ter consciência do quão importante somos para a humanidade. Do mesmo modo que nós interferimos a vida de outras pessoas, devemos ter ciência de que essas pessoas também interferem nas nossas. Assim, sendo proativos, temos uma visão de causa e efeito, que acontecerá a partir de nossas ações, pois as mesmas podem ter um reflexo no futuro.

  52. Amanda Oliveira e Ana C. Fernandes permalink
    março 21, 2012 15:48

    No século XXI damos mais confiança às tecnologias. O que é um erro pois os acidentes ocorrentes ultimamente são por causas das maquinas.
    As tecnologias são muito requisitadas pelos seres humanos, pois trazem facilidade e diversão para nós. Mas vem nos decepcionando por terem muitas falhas, às vezes letais. Mas temos o livre arbitro de usa-las ou não, cabe a nós decidir.
    O importante para a humanidade, principalmente, é ter responsabilidade, com ela evitamos varias situações que podem colocar a humanidade em risco. Muitos defendem que se não há livre arbitro não pode haver responsabilidade individual.
    Temos que ter ambos, para haver um equilíbrio do que queremos fazer e o que podemos fazer. Se nos acidentes, ocorridos recentemente, tanto no caso da menina que morreu em um parque de diversão quanto ao do menino que faleceu ao bater em uma pilastra ao ser puxado por um jet-ski, houvesse sido usado a responsabilidade dos pais e do parque, ambos poderiam estar vivos.
    Os pais sabem os riscos que qualquer maquina pode trazer, no primeiro caso, da menina, a mãe não poderia ter evitado, mais o parque sim, pois há 10 anos o brinquedo está quebrado, e ele foi negligente ao deixar o brinquedo em funcionamento, já no segundo caso, do menino, o pai não teve responsabilidade, agindo com onipotência, assim, achando que nada grave ocorreria por ele estar pilotando o jet-ski.

  53. Débora Bellato, Mariana Berengan, Beatriz Sencovici permalink
    março 21, 2012 15:51

    A humanidade está de certa forma cada vez mais egoísta, se preocupa com o seu próprio bem estar e a relação com o outro está cada vez mais distante.
    Justificar os atos humanos não é fácil, pois nenhum individuo é perfeito, assim todos estão abertos a cometer erros, mas não se pode utilizar disso para justificar todos os atos falhos de um único indivíduo, assim o homem deve assumi-los.
    O livre arbítrio deve andar com o bom senso naturalmente, por isso deve-se ponderar o que é certo e o que é errado, analisando quais consequências esses atos podem trazer tanto para si como principalmente para os outros.
    A ética também é um fator que deve existir e que contribui para o convívio tanto em âmbito privado como em âmbito público .
    Portanto o bem deve prevalecer pensando em não só em nós mesmos como também no próximo.

  54. Giovana Pagotto e Luana Trez permalink
    março 21, 2012 17:12

    Marcelo,
    Discutindo sobre o comportamento da humanidade, percebemos que as pessoas agem na maior parte do tempo de forma negligente, se importando apenas com o momento e não pensando nas consequências que seus atos podem trazer à sua vida e a vida dos que estão ao seu redor. Este fato pode ser justificado com o pensamento do filósofo David Hume que diz sobre a força do hábito. Ele defende que o homem ao ver as mesmas ações se repetirem, acaba concluindo que nada de ruim nunca acontecerá a ele, por exemplo o caso citado em seu texto sobre o garoto Mitchill em que seu pai não possuía a carta de habilitação para pilotar o jet-ski. Como antes ele nunca havia sofrido um acidente, pensou que dessa vez nada aconteceria, mas o passeio acabou tendo um fim trágico no qual seu filho faleceu, por causa de um sentimento de onipotência por parte de seu pai.
    Mas não é bem assim, pois todo dia enfrentamos situações perigosas que podem ter consequências graves como a perda de vidas, assim a humanidade deve ter mais responsabilidade e consciência dos fatos ao seu redor.
    Agindo do modo que bem entendemos como sendo o correto para nós mesmos, corremos o risco de prejudicar o outro. Por isso é preciso muitas vezes, basearmo-nos na razão mais do que na emoção, pois através desta somos capazes de agir corretamente diante das situações e não afetar o próximo com os nossos atos. Temos o livre arbítrio e devemos usá-lo com sabedoria para o bem da humanidade.

  55. Isabela Pazzetti e Caroline Giacomelli. permalink
    março 21, 2012 17:16

    Marcelo,
    Seguindo sua linha de raciocínio, de que as pessoas agem como se fossem onipotentes, tendo o controle de todas as situações, como se elas se importassem com consequência de seus atos na humanidade, analisamos a ocorrência frequente da proatividade, das pessoas se responsabilizarem de todas as situações sem terem o real conhecimento delas. Isso evidencia uma negligencia por parte da humanidade, mostrando que na verdade não se importam nenhum pouco com a consequência de seus atos. Sem analisar o meio em que estão inseridas as pessoas omitem os deveres que as circunstâncias tomadas por eles exigem.
    O livre arbítrio sem base na razão possibilita uma sequencia de atos inconsequentes por parte das pessoas, elas tomam atitudes sem analisar, não apenas o meio em que vivem, mas também os danos que irão ser causados a elas mesmas e depois que os resultados chegam aos problemas, eles se tornam irremediáveis.
    A brincadeira de ser onipotente e saber o resultado de tudo deu origem, no caso, um fim, para as duas histórias que você nos ilustrou. As ações conscientes de boa parte das pessoas não são o suficiente para remediar as consequências daquelas que não são.

  56. Felipe Martins Nóbilo e Luigi Pavanelli Leal permalink
    março 21, 2012 17:16

    Marcelo,
    Os empiristas acreditam que para atingir uma melhor conclusão sobre uma ideia é necessário a experiência, acreditam que só depois da mesma que podemos tomar uma decisão concreta. Mas é claro, isso não se aplica a tudo. Temos como exemplo os jovens Gabriela e Mitchill, que sofreram acidentes, um devido à negligência de um parque de diversões, e outro devido à onipotência de um pai irresponsável. Nesse caso, devemos tomar como referência a dialética de Kant, baseada em que para se tomar uma decisão, não é necessária apenas a experiência, mas sim a razão antes dela. Se nos casos citados fosse usado o raciocínio e mais importante, a razão, talvez os dois jovens estivessem vivos hoje. A humanidade tem que ter consciência de que seus atos têm consequências, e que devem analisar a situação antes de tudo, sempre procurando seguir a ética. As falhas fazem parte de cada um, mas é de importância fundamental a certificação de que não há erros quando se trata de uma vida humana.

  57. Mateus Cobra feat. João Camargo permalink
    março 21, 2012 17:19

    Marcelo,
    Acidentes como os do garoto Mitchill e da garota Gabriela mostram como a sociedade contemporânea sofre com a falta de proatividade e bom senso, as pessoas só se importam com o prazer instantâneo, não pensando nas consequências que seus atos podem trazer a outras pessoas.
    Segundo Kant a razão é a base e critério de toda a ação em sociedade. Nos dois casos houve um excesso de negligência por parte dos responsáveis, pois os funcionários do parque tinham conhecimento da falha de segurança e o pai do garoto não tinha uma habilitação para dirigir o jetsky.
    A necessidade das pessoas satisfazerem suas vontades imediatamente junto com a sensação da onipotência faz com que elas ajam irresponsavelmente.
    Dessa maneira, seguindo o pensamento de Kant, as pessoas necessitam se basear suas ações na razão, e não no calor do momento. E assim acidentes como os citados no texto podem ser evitados, somente com o uso da razão e do bom senso.

  58. Guilherme F. Orlandini e João Roberto Neves Jr. permalink
    março 21, 2012 17:19

    Consciência todos tem, porém muitos não a seguem.
    A consciência esta diretamente relacionada à ética, que por sua vez esta relacionada, como dizia o filosofo Immanuel Kant, com a autonomia da razão humana, ou seja, na ideia de que as normas morais devem surgir da razão.
    Como no caso do Sr. Antônio que estava pilotando o jet-ski, ele assumiu um comportamento onipotente, achando que nada de mal poderia acontecer com os passageiros do boia, por sua vez os familiares não assumiram uma postura proativa, deixando o Sr. Antônio mesmo não tendo habilitação dirigir a embarcação que estava rebocando a boia com as crianças apenas protegidas pelo colete salva-vidas.
    Já no caso da garota Gabriela que foi ao parque de diversões com seus pais e foi vitima de uma negligencia por parte do monitor do brinquedo e a falta de proatividade da gerencia que não tomou as precauções necessárias para manter o brinquedo completamente seguro.
    Voltando a discussão sobre consciência em ambos os casos as pessoas envolvidas tinham ciência de que estavam fazendo algo errado e mesmo assim não tiveram bom senso e foram onipotentes em seus atos, e o que é mais indignante é que as duas pessoas envolvidas nos acidentes não tiveram culpa alguma em suas mortes, mas sim os responsáveis por elas, no caso do jet-ski o Sr. Antônio e no de Gabriela o monitor do brinquedo.

  59. Isabela Gerage e Talita Favalli permalink
    março 21, 2012 17:20

    Boa tarde, Marcelo

    Em ambos os casos, tanto de Mitchell quanto de Gabriela, houve o excesso de negligência por parte dos envolvidos, como a família do garoto e os funcionários do parque. Por isso, tamanha falta de onipotência e proatividade nos ocorridos gera a reflexão de que o cuidado com o próximo está cada vez mais decadente. Embora a vida deva ser preservada ao máximo, pois não temos o direito de minar a vida alheia, a indolência que causou os acidentes poderia ter sido evitada, de modo a banir a utilização da cadeira inativa há anos e a proibir o pai de pilotar o jetsky sem habilitação.

    A humanidade precisa olhar o próximo com afeto, ou seja, cada indivíduo deveria se atentar ao outro, a fim de se criar uma relação de bem mútuo. Embora o outro possa ser desconhecido, o zelo pela sua vida não deve ser descartado, pois ele pertence ao nosso mundo e é importante para muitos.

    Precisa-se de pessoas menos onipotentes e menos ignorantes, que supõem que fatalidades como essas não acontecerão em suas vidas ou nas vidas de seus próximos. O mundo precisa de pessoas que tenham consciência dos seus atos e, simultaneamente, sejam conscientes da importância do bem-estar do outro para o bem total da humanidade.

  60. Isabela Lisi - Júlia Simione permalink
    março 21, 2012 17:21

    Marcelo, você tem consciência de que é importante para humanidade?
    A resposta para nós é que, a total consciência do que é essencial para a humanidade, não é possível ser estabelecida imediatamente, pois é a partir das experiências, fatos e acontecimentos marcantes, que construímos uma relação entre o desnecessário e o necessário. Como cita, a tese empirista de Locke, nossa mente é como um papel em branco, no instante do nascimento não há nenhuma ideia previamente escrita, assim, adquirimos conhecimento apenas após uma experiência reflexiva.
    Os casos citados no texto acima aplica-se o conceito de proatividade pelo fato de os responsáveis agirem de forma irracional, não prevendo as trágicas consequências dos seus atos. Em nosso cotidiano, temos outros exemplos de onipotência e irresponsabilidade como os muitos acidentes no transito, quando o motorista negligente não tem consciência de seus atos, podendo prejudicar vidas.
    Foi preciso as tragédias acontecer, para que a sociedade em questão refletisse sobre o que é importante para a humanidade, aplicando-se assim o conceito de a posteriori, – após a experiência refletimos e encontramos possíveis soluções- percebendo que todas as nossas atitudes, influenciam outros indivíduos, por isso, devemos ter consciência dos riscos que estamos submetidos.

  61. Camila Corazza e Julia Thomasella permalink
    março 21, 2012 17:22

    Todos nos temos consciência do que é importante para a humanidade, mas nem todos têm responsabilidade suficiente para fazer o que é certo. Nascemos com a razão de saber os caminhos que devemos seguir, mas às vezes levados pelo livre arbitro, onipotência e competitividade querendo sempre estar entre os mais falados e os “pop’s” de uma situação que geralmente não é o melhor caminho.
    Grandes atitudes ou escolhas dessas pessoas acontece pelo grupo em que frequenta para não serem excluídos, que para estar entre determinado amigos você tem que passar por “provas” que são denominadas por eles, como drogas e bebidas alcoólicas em abundancia assim “maltratando” de seu corpo. Mas sabemos que o uso destas drogas pode chegar ao vicio e podendo complicar a vida dessa pessoa que no caso não esta pensando nas consequências.
    Concluímos que não podemos ser negligentes a ações de nossas vidas, utilizando do nosso livre arbítrio com responsabilidade.

  62. Caroline Beggiato e João Lucas permalink
    março 21, 2012 17:22

    É tão fácil falar sobre as atitudes de outras pessoas, e na hora de agir, você para e pensa se está certo ou errado? Pensa nas consequências que tal ato pode trazer? Para começar a mudar tais erros, é necessário mais amor ao próximo, isso não se trata de religião, pelo contrário. Esse tal amor consiste, em saber que qualquer ato praticado por qualquer pessoa, vai refletir em algo ou alguém.
    Um exemplo são os casos ocorridos: Mitchill e Gabriela. Que sofreram as consequências da negligência e do descaso de seres humanos irresponsáveis. É claro, que ninguém saberia o final dessas historias, e se soubesse, teriam evitado. Porém, o futuro é desconhecido.
    Pensar duas vezes antes de agir deve ser lei, indiferente de idade, sexo e raça. Afinal, o resultado de nossas escolhas, será o desfecho ou o começo de outra historia.
    Agir de acordo com as formas éticas que o estado propõe, evitaria finais trágicos e trazer ia mais união de toda a sociedade. Ética, amor ao próximo, respeito e proatividade são itens que devem ser infundidos na consciência das pessoas, desse modo, casos como o ocorrido não existiram mais.

  63. Gabriela Trombeta e Gabriella Perina permalink
    março 21, 2012 17:23

    Marcelo,
    Ao refletir sobre o questionamento do inicio do texto: Você tem consciência do que é importante para a humanidade? Discutimos os relatos citados e percebemos que eles têm perspectivas de ações empiristas, ou seja, mesmo sabendo sobre a possível ocorrência de acidentes nenhum deles pensou que as situações ocorreriam com si próprios, enquanto não passaram por elas não a tiveram como realidades próximas. Outro fator detectado nos relatos é que em ambos os “acidentes” foram decorrentes de ações advindas unicamente de desejos momentâneos, o pai de Mitchill estava pensando somente na diversão dos meninos, enquanto no caso de Gabriela, ela e todos ao seu redor estavam focados na adrenalina a ser proporcionada pelo brinquedo.
    Nessa linha de raciocínio encontramos a autonomia da vontade, muitas vezes relacionada a um aparente paradoxo com o dever ético, de forma que a vontade é confundida com um desejo, ausente de razão e o dever é esquecido justamente por essa ausência. O paradoxo é apenas aparente, pois, a vontade e a ética deveriam seguir o mesmo caminho, utilizar da razão para ponderar atitudes. São exatamente esses princípios, a presença de razão e ponderação, que se fazem importantes nos relacionamentos humanos e em nossa posição diante da vida.

  64. Thiago Tamascia, Thiago Inforçato permalink
    março 21, 2012 17:24

    Vários casos como os apresentados no texto vêm em uma crescente, como por exemplo, os casos das enfermeiras, em que uma cortou o dedo de uma criança recém-nascida e a outra que aplicou glicerina pensando que fosse soro.
    Isto demonstra que grande parte da humanidade está onipotente e menos responsável, agindo sem refletir nas atitudes tomadas. Às vezes os caminhos que escolhemos devido ao livre arbítrio nos levam a sérias consequências, segundo Jean Paul Sartre o homem esta condenado a ser livre, contudo devemos agir de forma precavida para não transformar esta liberdade em desastre. Para Sartre, nossas escolhas são direcionadas por aquilo que nos aparenta ser o bem, mais especificamente por um engajamento naquilo que aparenta ser o bem e assim tendo consciência de si mesmo.
    É importante para a sociedade uma visão mais crítica diante de tais fatos ocorridos, entretanto tais notícias são esquecidas, porque servem apenas para vender os jornais e, contudo devemos tirar um aprendizado desses fatos, que todos estão sujeitos às injunções tanto do destino como das atitudes das pessoas que no cercam. Para evitar estas circunstancia deve-se agir de modo equilibrado, balanceando emoção e razão.
    Para uma sociedade com interações interpessoais mais solidárias devemos para de achar que sabemos tudo, temos que ser mais proativo e parar de ignorar certos fatos, pois a negligência, nos leva aos primórdios dos princípios humanos. Contudo deve-se tratar esses fatos como fatalidades, que poderiam ser evitadas se houvesse uma maior responsabilidade.
    “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” Albert Einstein

    • março 25, 2012 16:15

      Bela citação de Einstein.

      E Thiago’s, quando vocês se referem à sociedade, vocês estão incluídos?
      É importante analisar também o nosso comportamento, acho que até mesmo antes da “sociedade”.

      Um abraço,
      Marcelo

  65. Matheus Sacilotto e Pedro Campos permalink
    março 21, 2012 17:24

    Refletir antes de agir. Este é um hábito que não é comum dentre a maioria das pessoas. Ignorar essa prática pode gerar graves consequências, pondo em risco a integridade de outro indivíduo.
    Nos jornais, já são constantes notícias trágicas, as quais ocasionam fatalidades, e como justificativa, é usado o termo “acidente”. Tais acontecimentos são fruto da negligência de uma parcela da sociedade. Porém, alguns desses acidentes poderiam sim ser evitados, através da responsabilidade de cada um.
    Todos nós temos um livre-arbítrio, e a partir dele, devemos fazer escolhas coerentes, não comprometendo a vida alheia. Não devemos achar que somos onipotentes, pois não somos capazes de ter controle de tudo, algumas situações dependem da responsabilidade de várias pessoas ao mesmo tempo, e se uma delas for negligente, a chance de risco aumenta.
    Portanto, por menor que seja a ação, ela pode desencadear maiores consequências do que aparentam. Infelizmente muitas pessoas não agem com proatividade, apresentando riscos no meio em que vivem.

  66. gabriel chaim, matheus trombeta permalink
    março 21, 2012 17:25

    Tabu: O mal da geração.

    Você tem consciência de que é importante para a humanidade?
    Muitos de nós temos, e sabemos o que é melhor para mim, para ele, para você e para todos. Porém, não o fazemos em virtude da cultura do “malandro”, da qual ser “legal” é ser ruim e manter-se reto é “careta”.
    Ciência adquirida pela juventude e bastante pregada pela geração do qual os dotados de bons costumes são negligenciados pela onipotência dos malandros. Compelindo nossa mocidade a vislumbrar o correto do túrgido. Diante dessa perspectiva nosso papel deve ser erradicar essa filosofia que cada vez mais apodrece as virtudes e o caráter da vanguarda, resgatando as ideias que nos tornam ser humano social e moral.
    Portanto a vida deve ser vivida ciente que todos os atos mostram-se concisos no futuro, direta ou indiretamente, esculpindo nosso âmago como pessoa.

    • março 25, 2012 16:09

      Gabriel e Matheus, obrigado.

      Gostei da resposta, também concordo que muitas pessoas agem na linha do “legal é ser ruim”.

      Seguimos erradicando essa filosofia!

      Um abraço,
      Marcelo

  67. Bárbara Almeida, Marina Fiori Monteiro permalink
    março 21, 2012 17:26

    Caminhamos num processo evolutivo, no qual a ética e a moral são fundamentais para o bom funcionamento da sociedade, são como um guia de ações que nos impõe atitudes responsáveis e racionais. Temos o livre arbítrio que conscientemente nos implica a diferenciar o bem e mal, entre o certo e o errado.
    A humanidade necessita de maiores zelos, maior atenção, bom senso e proatividade. As pessoas devem se preocupar a cada ação feita, seguindo a lógica de ação e reação, causa e efeito. Os princípios de imperativo categórico kantiano, pode nos conduzir a um melhor desempenho no convívio social, utilizando a ideia de que a razão que te faz agir de determinada maneira pode ser convertida em lei universal, válida para todos os homens.
    Ao usarmos de nossa responsabilidade, livre arbítrio e ética em nossas ações diárias, observamos que erros são cometidos por negligências e que podem ser facilmente evitados, como uma cadeira que estava inabilitada a mais de dez anos sem manutenção alguma ou então a onipotência de um pai ao pilotar uma condução sem a habilitação necessária.

    Portanto, a consciência do que é mais importante para a humanidade vem ao seguirmos a razão em nossas atitudes e o respeito para com a nossa e a vida do próximo.

  68. Gabrielle Sallum e Jessica Passari permalink
    março 21, 2012 17:27

    Marcelo,
    Discutindo sobre o tema de seu texto, chegamos à conclusão de que agir com onipotência, negligência e irresponsabilidade não é o caminho para uma boa vida em sociedade.
    Ao agir dessa forma, acabamos desconsiderando a possibilidade de falhas e acidentes, tanto envolvendo a si mesmo quanto ao próximo, como aconteceu nos dois casos citados por você.
    Todo ser humano é livre para fazer suas escolhas e tomar decisões, isso é o que chamamos de livre-arbítrio, tornando-o responsável por elas. Porém, essa liberdade cedida as pessoas faz com que elas realizem suas vontades de forma egoísta, sem pensar nos resultados disso sobre a vida das outras pessoas.
    Os dois casos que você escreveu ilustram que o descaso da humanidade não é apenas por problemas e conflitos. As pessoas deixaram de se importar com a vida, ou a morte. Em sua reflexão, você apresentou exatamente o que acontece com a sociedade de hoje.
    A falta de responsabilidade e o excesso de pro atividade levaram a mortes, gera uma revolta na sociedade, porém ninguém toma uma atitude.

    • março 25, 2012 16:03

      Gabrielle e Jessica, obrigado.

      Para mim, o importante é refletir sobre nosso comportamento. Pois culpando a sociedade culpamos a nós mesmos. 😉

      Um abraço,
      Marcelo

  69. Beatriz Alcarde e Ana Caroline Dias permalink
    março 28, 2012 11:01

    Gostamos muito de como você se referiu às negligências de ambos os casos.
    Os casos mostram a falta de bom senso das pessoas diante de situações que podem vir a se tornar tragédias, levando embora pessoas inocentes.
    Os pais “servem” para orientar os filhos, assim quando eles chegarem à vida adulta, tomarem atitudes corretas, sendo proativos, porém com a falta de cuidado e com a onipotência dos pais, os filhos poderão ter as mesmas atitudes, levando o futuro da humanidade em perigo, decadência.
    Muitos casos de agora, apesar dos avisos e recomendações de segurança, são pessoas negligentes consigo mesmo e principalmente com o próximo, assim levando aquelas pessoas que tomam cuidado para fazer o certo, a serem vítimas. Como por exemplo acidentes de carros, do hopi hari, etc.

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